quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

QUÃO TRISTE DESTINO




 
 


Eu não vou mentir para você:
Eu quero só que você me mate de amor!
Deixe-me às  lágrimas, como:
"Não, oh, meu amor,  quão triste destino!



Embora seja  contra a sua vontade e aos seus interesses...
Oh, meu amor, “ Alegra-te ", eu já lhe disse:
"Eu me lembro como eu te quero....”
Ou, você esqueceu? E eu vou lembrá-lo!



Nosso amor é instantâneo.
Quantas vezes fomos ao Céu e ao interno?
Rosas, violetas, açafrão ...
Emaranhamento  de mim e você! Muitas flores!



Pacote de cadeia mista para nós dois!
Sempre cativa do seu  perfume...
Seus cabelos, cheiro de  óleo incomum...
Minha pele é  a sua pele!



Em nossa cama macia, o amor nasce!
Quero matar a beleza disto, daquilo...
De tudo que sacie a sua sede!
Declínio do mês, com as Plêiades em queda...



E era meia-noite, o tempo passou,
E eu o tenho aqui com o meu desejo!
Os jovens, os jovens, ah, os jovens!
Se você já  vai, você vai embora?
O que eu serei mais para você?
Então vá e não volte nunca mais para mim!









Luiza Lobo, 21/01/2016  -   Santa Cruz/RJ

Nenhum comentário:

Postar um comentário