Acredite se quiser
Mas eu sou Afrodite
A Deusa do Amor
Que veio pelo suor
Do teu corpo
Pelo teor do teu copo
De absinto
No qual sinto
O odor da morte
Da sorte que carregas
Contigo, no umbigo,
Dos castigos impostos
Por mim a tua carne
Do teu charme
À greve do sexo
No reflexo do sexo
Do espelho
Do teu olhar vermelho
Por cima de mim
De quando a rima
Rima paixão e tesão
De quando tu me penetras
Com as letras
Do teu poema, assim,
E me chamas de profana,
Deusa puritana,
Tua puta que te ama
Sem compaixão!
Luiza Loco,24/01/2016 - Santa Cruz/RJ
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